Sem noção

Estilista estampa ofensa à China em camiseta antipirataria

Uma ofensa, com os dizeres “F* You China”, é a estampa das camisetas da última coleção de Philipp Plein. A idéia, afirma o estilista alemão, era vender uma camiseta que não fosse copiada pela indústria da pirataria chinesa. Sua criatividade agora lhe rende ameaças de morte. Além do texto ofensivo, as camisetas vêm com a etiqueta “Manufactured in Europe, produced and designed by Philipp Plein” (Confeccionada na Europa, produzida e desenhada por Philipp Plein).

Fonte:  http://jbonline.terra.com.br/extra/2007/07/24/e240712094.html

Leo,,

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Sem noção

Entrevista com Fabianne Balvedi

Entrevista que eu tava devendo há um tempo de publicar aqui. Ainda em relaçao ao artigo que mete o pau no Brasil como um país que fala muito de software livre, mas faz nada ou muito pouco.

Fabs, ou Fabianne Balvedi, já dava aula de software multimidia quando linux ainda era muito menos difundido e amigável do que hoje. É uma das idealizadoras do estudiolivre.org e também trabalhou, junto comigo e muita gente, no projeto Cultura Digital, do Ministério da Cultura.

“o software livre soh funciona pq tem a força de uma grande rede impulsionando o seu uso e desenvolvimento. Para que essa rede consiga se manter eh preciso haver retorno de todos que se utilizam dela…
As pessoas baixam um software da internet e não se importam em saber porque aquilo chega tão fácil ao seu computador”

Texto (levemente) editado de uma papo no IRC.

leogermani: http://www.linux.com/article.pl?sid=07/01/17/2018227
leogermani: q achou?

fabs.jpgfabs: discordo do tom de acusação usado em alguns momentos, mas eu concordo que precisa haver uma revisão urgente na maneira como o governo tem tratado esta questão. a migração precisa ser feita com muito mais seriedade.

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Entrevista com Fabianne Balvedi

PONG e MiMoSa

Encerramos agora no mês de julho o workshop Open Source no IED – São Paulo. Dois projetos saíram dessa oficina e abaixo seguem uns videozinhos que os alunos fizeram para apresentar o resultado.

Na MiMoSa, a pessoa escolhia 12 fotos de um banco de imagens e depois gravava uma narração por cima do slideshow das fotos que escolheu. A interção era feita através de bonecos de borracha que serviam como botões:

[kml_flashembed movie=”http://youtube.com/v/z2UXOwzQwsM” width=”425″ height=”350″ wmode=”transparent” /]

No PONG os jogadores movimentavam suas raquetes andando para um lado e para outro na sala:

[kml_flashembed movie=”http://youtube.com/v/I4ubjYO074c” width=”425″ height=”350″ wmode=”transparent” /]

Leo,,

PONG e MiMoSa

p2p ajuda indústria cinematográfica?

Mais um estudo que diz que as redes de troca de arquivos p2p, ao contrário do que dizem, na verdade impulsiona ainda mais a indústria cinematográfica.

Agora é vez do London School of Economics dizer que essas redes são uma grande ferramenta de marketing e geram mais expectativa e público para os filmes.

Um aspecto citado na avaliação aponta que, apesar da popularização do Torrent e outras formas de compartilhar arquivos, a indústria cinematográfica americana registrou crescimento nos lucros de 11% em 2006.

Isso pra mim se confirma quando ouço vários amigos cinéfilos falando: “Não, esse não quero baixar, quero esperar pra ver no cinema..”. Quem realmente gosta, vai ao cinema ver bons filmes.
fonte: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/072007/03072007-4.shl

Leo,,

p2p ajuda indústria cinematográfica?